Danos neurológicos causados pelo Alzheimer podem ser combatidos por uma suplementação na dieta

Uma nova pesquisa da Dinamarca aponta que é possível mitigar e até reverter os efeitos danosos causados pela doença de Alzheimer e pela demência por meio de suplementação alimentar.

O pesquisador Vilhelm Bohr e sua equipe do Centro de Envelhecimento Saudável da Universidade de Copenhague descobriram que o dinucleotídeo de nicotinamida e adenina, também conhecido como NAD+, ajuda a aliviar o congestionamento de proteínas tau nas células nervosas e auxilia na diminuição de danos ao DNA.

Através de uma pesquisa com modelo de camundongo que imitava as características da doença de Alzheimer em humanos, Bohr e seus colegas adicionaram uma substância à água potável dos roedores que estimulava o aumento da produção de NAD+ em suas células. Os camundongos passaram a receber o suplemento, resultando em níveis aumentados de NAD+ dentro de seus corpos, isso fez com que eles experimentassem melhorias em vários marcadores associados à saúde cerebral.

Algumas dessas melhorias foram relacionadas a atividade e reorganização das células cerebrais dos ratos, além do aumento da produção de novas células nervosas a partir de células-tronco. Além disso, a administração desse suplemento resultou em menos danos e menos células nervosas mortas.

Bohr relatou que esse estudo mostrava que os cérebros dos camundongos mostraram menos características associadas ao Alzheimer durante um período de 3 meses. Observando-se que o suplemento preveniu novos danos e removeu os danos existentes no DNA nas regiões do hipocampo dos cérebros dos ratos. Vários testes comportamentais e de memória mostraram que os camundongos obtiveram pontuações mais altas do que os que não receberam o suplemento.

Camundongos com níveis aumentados de NAD+ demonstraram maior força física e agilidade

O NAD+ é produzido naturalmente dentro das células do corpo, porém indivíduos com demência ou doença de Alzheimer experimentam níveis menores dele, bem como uma eficácia reduzida. Contudo, ao estimular a produção e utilização de NAD+ por meio da suplementação, como este estudo demonstra, melhorias tangíveis, tanto mentais quanto físicas, se tornam possíveis.

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Quando os camundongos com sinais de Alzheimer receberam o suplemento estimulante do NAD+ e foram colocados em labirintos na água, percebeu-se que sua capacidade de reconhecer objetos e navegar havia sido melhorada. Os roedores demonstraram melhora da força muscular, aumento da resistência e maior capacidade de andar e se mover em comparação com o grupo controle, sem uso do suplemento.

Apesar do mistério de como o NAD+ funciona permanecer desconhecido, os pesquisadores defendem que as vantagens físicas e cognitivas trazidas pelo aumento dos níveis no corpo têm relação com o rejuvenescimento de células-tronco, seja nos músculos ou no tecido cerebral.

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